{"id":384,"date":"2012-04-23T18:11:14","date_gmt":"2012-04-23T18:11:14","guid":{"rendered":"http:\/\/www.rodolfogeiser.com.br\/site\/?p=384"},"modified":"2012-04-23T18:11:14","modified_gmt":"2012-04-23T18:11:14","slug":"noos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/rodolfogeiser.com.br\/blog\/2012\/04\/23\/noos\/","title":{"rendered":"N\u00f3os"},"content":{"rendered":"<p>\t\t\t\tN\u00f3os vem do grego e significa esp\u00edrito. Da\u00ed vem noologia, ci\u00eancia que se dedica ao estudo do esp\u00edrito.<br \/>\nDesde h\u00e1, no m\u00ednimo, tr\u00eas d\u00e9cadas, vemo-nos perguntando qual a diferen\u00e7a entre alma e esp\u00edrito. O Novo Dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio praticamente n\u00e3o diferencia um do outro; parecem sin\u00f4nimos. Igualmente o Vocabul\u00e1rio Filos\u00f3fico de Carlos Lopes de Matos considera ambas as palavras como sin\u00f4nimas (1). Observa-se, contudo, uma interpreta\u00e7\u00e3o mais generalizada para a palavra esp\u00edrito e um sentido mais espec\u00edfico para a palavra alma. Em todas essas tentativas de defini\u00e7\u00e3o o uso das palavras alma e esp\u00edrito tem conota\u00e7\u00e3o transcendental, teol\u00f3gica, algo al\u00e9m da mat\u00e9ria. Tem v\u00ednculos com a espiritualidade.<br \/>\nNos tempos atuais, do s\u00e9culo XX ao in\u00edcio do s\u00e9culo XXI, come\u00e7am a existir condi\u00e7\u00f5es para uma abordagem cient\u00edfica dessas duas palavras. Seus v\u00ednculos com a realidade e o concreto tornaram-se mais percept\u00edveis aos olhos do cientista. Tais condi\u00e7\u00f5es culturais jamais foram poss\u00edveis de existir anteriormente na hist\u00f3ria da humanidade.<br \/>\nEntretanto, refletir sobre o tema \u00e9 da maior relev\u00e2ncia para a humanidade. Primeiramente, para que tome consci\u00eancia desse fato real e concreto. Segundo, para que crie posturas de car\u00e1ter \u00e9tico, uma vez que existe a possibilidade de que, ao n\u00e3o assumir essa \u201cnova realidade\u201d, a humanidade descambe para a amoralidade e a destrutividade. Esse risco existe e j\u00e1 com ind\u00edcios bastante concretos. De outro lado, podemos afirmar que tal enfoque possibilita que a humanidade d\u00ea um salto qualitativo em sua evolu\u00e7\u00e3o, para seu pr\u00f3prio benef\u00edcio, como um todo, e n\u00e3o mais restrita aos interesses de uma minoria dominante.<br \/>\nO primeiro impulso cient\u00edfico para essa abordagem veio da teoria da an\u00e1lise de sistemas, que criou um m\u00e9todo para abordar equa\u00e7\u00f5es matem\u00e1ticas insol\u00faveis, devido a seu elevado n\u00famero de inc\u00f3gnitas (2). A teoria parte do princ\u00edpio de que \u00e9 preciso detectar os elementos em jogo numa equa\u00e7\u00e3o, descobrir se existem rela\u00e7\u00f5es ou n\u00e3o entre eles, anot\u00e1-las num diagrama, e, em seq\u00fc\u00eancia, caso existam, tentar identificar os tipos de rela\u00e7\u00f5es em jogo. Com isso passa-se a identificar as partes das equa\u00e7\u00f5es e come\u00e7am a surgir possibilidades de se definir quais inc\u00f3gnitas est\u00e3o em quest\u00e3o e a possibilidade de mensur\u00e1-las. Percebem-se, regra geral, tais componentes em figuras onde se pode facilmente visualizar a quest\u00e3o. Essa teoria foi base para grande parte do imenso progresso cient\u00edfico a partir do s\u00e9culo XX, com subs\u00eddios para diversas ci\u00eancias, tais como f\u00edsica, cibern\u00e9tica, inform\u00e1tica, medicina e tantas outras. Inversamente, pensar atrav\u00e9s de sistemas facilita o entendimento de in\u00fameros temas altamente complexos, possibilitando um entendimento inicial simplificado que facilita o entendimento do complexo. Essa teoria tamb\u00e9m \u00e9 fundamental para a Ecologia, principalmente para o entendimento do que se convencionou denominar ecossistema, ou seja, sistema ecol\u00f3gico. E \u00e9 justamente a partir da Ecologia \u2013 o segundo impulso cient\u00edfico-, que desenvolveremos nossa exposi\u00e7\u00e3o sobre o tema-t\u00edtulo.<br \/>\nAs palavras-chaves para se pensar ecossistema e suas rela\u00e7\u00f5es com a alma e o esp\u00edrito s\u00e3o: natureza, equil\u00edbrio ecol\u00f3gico, interfer\u00eancia do homem, paisagem, paisagem cultural. Inicialmente a presen\u00e7a do homem, que vivia da ca\u00e7a e da coleta, n\u00e3o afetava o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico e a natureza se constitu\u00eda num sistema fechado, ou seja, funcionava por si pr\u00f3prio atrav\u00e9s das inter-rela\u00e7\u00f5es entre seus elementos: solo, clima, flora, fauna e o homem. Quando o homem come\u00e7ou a interferir na paisagem, atrav\u00e9s da pr\u00e1tica da agricultura, introduziu componentes tais como o trabalho, os adubos, o capital (e isso j\u00e1 a partir da agricultura original na Mesopot\u00e2mia). Assim, a biomassa que a natureza produzia e que era re-incorporada naturalmente (automaticamente) ao ecossistema, come\u00e7ou a ser retirada deste para atender aos anseios e \u00e0s necessidades do homem. Ou seja, foram acrescentados dois componentes, uma \u201centrada\u201d e uma \u201csa\u00edda\u201d, e o sistema ambiental, que antes funcionava como um circuito fechado se tornou um sistema aberto. Com o aumento da interfer\u00eancia do homem na paisagem, aumento da dimens\u00e3o das \u00e1reas agr\u00edcolas, crescimento das cidades, constru\u00e7\u00e3o de estradas e barragens, as entradas e sa\u00eddas come\u00e7aram a ampliar-se enormemente, alterando-se o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico.<br \/>\nAcrescentando-se a tudo isso outras entradas tais como a urbaniza\u00e7\u00e3o, estradas, a\u00e7udes e, simplesmente, toda a produ\u00e7\u00e3o cultural do homem, &#8211; desde o ru\u00eddo ocasionado por suas obras \u00e0 m\u00fasica ouvida nos teatros, incluindo toda a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da agronomia, medicina, economia, etc., bem como a art\u00edstica: esculturas, pinturas, obras arquitet\u00f4nicas &#8211; ,\u00a0 ficou registrada na paisagem e caracteriza-se como interfer\u00eancia na natureza. Hoje n\u00e3o vemos muito sentido em falar t\u00e3o-somente em natureza, mas \u00e9 necess\u00e1rio falar-se em paisagem, merecendo um estudo atrav\u00e9s do que se vem chamando de ecologia da paisagem, envolvendo natureza-e-homem integrados. Em nov\u00edssima terminologia, o original sistema ecol\u00f3gico fechado, o qual passou a ser aberto, deveria hoje ser denominado eco-s\u00f3cio-psico-sistema (figura 1), sendo os aspectos psicossociais considerados como uma entrada (input) no sistema.<br \/>\nPara que mantenha um estado de equil\u00edbrio, embora alterado, com a natureza, o homem deve aprender a administrar sua interfer\u00eancia,- o que chamamos de manejo (3).\u00a0 A administra\u00e7\u00e3o envolve, por exemplo, cuidados com a preserva\u00e7\u00e3o da quantidade e qualidade da \u00e1gua, preserva\u00e7\u00e3o dos solos agr\u00edcolas, \u00e1reas verdes para recrea\u00e7\u00e3o, preserva\u00e7\u00e3o de \u00e1reas em estado natural como as Reservas Ecol\u00f3gicas e diversas outras metas. Esse manejo, essa administra\u00e7\u00e3o dos recursos, implica em custos financeiros.<br \/>\nAcontece que toda essa obra humana inscrita na natureza, ou como estamos dizendo, na paisagem, incluindo at\u00e9 mesmo os textos, constituem-se em espelho da a\u00e7\u00e3o e do pensamento humanos. E, como tal, envolvem a alma de cada indiv\u00edduo e o esp\u00edrito das comunidades. Perguntamos: em termos cient\u00edficos, n\u00e3o poder\u00edamos definir aqui Alma como a express\u00e3o vital de cada ser humano, e Esp\u00edrito como o conjunto das express\u00f5es vitais da humanidade, &#8211; desde o passado remoto ao tempo presente, incluindo mortos, vivos e os por nascer? Nesse contexto, Alma pode ser algo pertencente a um \u00fanico indiv\u00edduo, diferente de cada um dos demais, e Esp\u00edrito, a integra\u00e7\u00e3o das almas. Para o que pretendemos expor, n\u00e3o h\u00e1 necessidade de se acreditar numa alma imortal. Aqui, tanto faz se ela morre ou n\u00e3o ao morrer o corpo f\u00edsico. N\u00e3o se trata de um questionamento sobre o real e o transcendente. O que interessa aqui \u00e9 saber que a express\u00e3o vital de cada um de n\u00f3s produz uma a\u00e7\u00e3o e uma interfer\u00eancia no meio onde vivem os demais seres. Seres vivos no planeta Terra.<br \/>\nOra, para entender o que est\u00e1 acontecendo na vida planet\u00e1ria, n\u00e3o h\u00e1 necessidade de se ter grau universit\u00e1rio. Isso est\u00e1 sendo disponibilizado simult\u00e2nea e indistintamente a toda a humanidade. Basta uma \u00fanica condi\u00e7\u00e3o: estar atento \u00e0s suas rela\u00e7\u00f5es com o ambiente, manter os olhos abertos ao que ocorre na paisagem e absorver mentalmente seu conte\u00fado. Em outras palavras, basta estar integrado na comunidade como agente passivo e ativo.<br \/>\nQuanto \u00e0 quest\u00e3o da dicotomia entre o real e o transcendente, cremos\u00a0 n\u00e3o ser fundamental para nossa proposi\u00e7\u00e3o, mas tem implica\u00e7\u00f5es preciosas. Ap\u00f3s a leitura de &#8220;Eu e tu&#8221; de Martin Buber (4), te\u00f3logo judeu do in\u00edcio do s\u00e9culo XX, tais implica\u00e7\u00f5es ficaram claras para n\u00f3s. Tentaremos sintetiz\u00e1-las. A obra poderia ser dividida em duas partes:<br \/>\na) a primeira trata das rela\u00e7\u00f5es entre o eu e os demais eus com que nos defrontamos, ou seja, os tus; \u00e9 praticamente um tratado de ecologia e descreve detalhadamente como ocorrem os relacionamentos, incluindo a\u00ed os demais seres vivos, animais e plantas e, os n\u00e3o-vivos desde a paisagem e a natureza como um todo at\u00e9 as obras de arte produzidas pelo homem;<br \/>\nb) a segunda desenvolve o relacionamento eu-tu, tratando da necessidade de se multiplicarem as rela\u00e7\u00f5es com os tus; estas seriam maiores e melhores segundo dadas condi\u00e7\u00f5es, das quais a mais importante \u00e9 a de manter rela\u00e7\u00f5es aut\u00eanticas, diretas, francas e espont\u00e2neas; assim, o eu-tu transforma-se no Tu absoluto, ou seja, Deus. Poder\u00edamos aqui substituir Deus por Vida ou Natureza.<br \/>\nAssim, os agn\u00f3sticos, nesse ensaio, n\u00e3o necessitam de assimilar o conceito Deus. Sem entrarmos no m\u00e9rito, queremos ressaltar a import\u00e2ncia e coer\u00eancia dos conceitos da primeira parte para o nosso ponto-de-vista te\u00f3rico-sist\u00eamico, eis que tratam simplesmente da realidade humana concreta, do que e como acontece com cada um de n\u00f3s ao estar diante do outro e da obra humana. Julgamos que a\u00ed poderia estar uma das bases para a psicologia desenvolver a psican\u00e1lise, individual ou em grupo, quando o analista procura exclusivamente na sala onde se d\u00e1 a rela\u00e7\u00e3o analista X analisando transformar a rela\u00e7\u00e3o entre ambos no fato real que pode ser analisado naquele momento. Para o analista, o que ocorre ou ocorreu fora da sala, pode ser altamente questionado como sendo fatos reais. Enquanto que aquilo que ocorre na rela\u00e7\u00e3o durante a sess\u00e3o de an\u00e1lise, &#8211; conhecido atrav\u00e9s das palavras do analisado -, \u00e9 fato real inquestion\u00e1vel diante do profissional. O conjunto dessas rela\u00e7\u00f5es eu-tu pode ser exposto atrav\u00e9s de um sistema ( Figura 2).<br \/>\nO terceiro impulso cient\u00edfico \u00e9 tecnol\u00f3gico, com a comunica\u00e7\u00e3o mundial instant\u00e2nea, tamb\u00e9m uma conseq\u00fc\u00eancia da teoria da an\u00e1lise dos sistemas. Esta tem progredido extraordinariamente, possibilitando a milhares de pessoas, espalhadas por todo o mundo, se concentrarem mental e simultaneamente para um \u00fanico evento numa sincronia jamais ocorrida antes: uma multid\u00e3o de pessoas, cada uma com sua express\u00e3o vital, integrando-se e passando a constituir-se numa &#8220;for\u00e7a&#8221; de grande poder (extens\u00e3o).\u00a0 Lembrem-se os mega-eventos da morte de Ayrton Senna, a morte de Dyane,\u00a0 as ex\u00e9quias do papa Jo\u00e3o Paulo II e os jogos da copa do mundo, para citar os mais recentes. Tal conjun\u00e7\u00e3o sincr\u00f4nica de almas \u00e9 fato hist\u00f3rico (p\u00f3s-hist\u00f3rico, no sentido de Vilem Flusser) e sua potencialidade \u00e9 algo ainda a ser estudado adequadamente. N\u00e3o temos d\u00favida de que se trata de uma for\u00e7a mental e ps\u00edquica que, de algum modo, deve atuar no ambiente, positiva ou negativamente. Esse fato &#8220;hist\u00f3rico&#8221; indubitavelmente tem influ\u00eancia as mais diversas nas comunidades em todo o mundo e sobre as mais diferentes culturas. O futebol, mesmo para os que n\u00e3o o apreciam, torna-se instrumento de v\u00ednculo das almas de todo o mundo.<br \/>\nOs cientistas, em especial aqueles dedicados \u00e0 ecologia da paisagem, v\u00eam reconhecendo esse componente como o n\u00f3os e o tem denominado de noosfera. Um desses cientistas \u00e9 Jan I. S. Zonneveld, que em 1990, elaborou as figuras 3 e 4 anexas (5). Eis uma maneira de come\u00e7ar a pensar sobre o tema, atrav\u00e9s da teoria da an\u00e1lise de sistemas.<\/p>\n<p>Rodolfo Geiser<br \/>\n21. de agosto de 2006.<\/p>\n<p>***<br \/>\nBIBLIOGRAFIA.<\/p>\n<p>(1.) Editora Leia, 1957. Carlos Lopes de Mattos, Doutor em Filosofia pela Universidade Louvain; ex-catedr\u00e1tico de Hist\u00f3ria da Filosofia Moderna e de Filosofia Social na Faculdade de S\u00e3o Bento, (S\u00e3o Paulo). Alma. S.f. Princ\u00edpio vital do corpo, nos seres vivos em geral. No homem, princ\u00edpio de vida e de pensamento. Nota: No aristotelismo. A alma \u00e9 forma natural (entel\u00e9quia) do corpo, dividindo-se em vegetativa, sensitiva e intelectiva. No platonismo e, sobretudo, no cartesianismo, &#8211; perfeitamente distinta do corpo, tendendo a definir-se s\u00f3 como princ\u00edpio do pensamento. Cf. Dualismo, esp\u00edrito, espiritualismo. Esp\u00edrito, s.m. 1. Alma. Op. Corpo. 2. A alma enquanto pensamento. Op. Mat\u00e9ria. 3. Ser totalmente independente da mat\u00e9ria. 4. A parte superior da alma. Op. sensibilidade. 5. Qualidade que norteia uma atitude, ou uma atividade (esp\u00edrito cr\u00edtico, esp\u00edrito filos\u00f3fico, etc.) 6. N\u00facleo, id\u00e9ia central ou senso \u00edntimo de alguma coisa. Op. Letra. Noologia, s.f. Doutrina do esp\u00edrito, seja do esp\u00edrito em geral, seja do esp\u00edrito humano. Cfr. Gomperz, ci\u00eancia intermedi\u00e1ria entre a l\u00f3gica e a psicologia. Fam\u00edlia de palavras), s. Cfr. Kant, racionalista que admite as id\u00e9ias inatas.<br \/>\n(2.) Teoria Geral dos Sistemas. Ludwig von Bertalanffy. Universidade de Alberta, Edmonton, Canada. Editora Vozes Ltda., Petr\u00f3polis, RJ. 1973.<br \/>\n(3.) Oliveira, Manoel Carlos de e Rodolfo Geiser, trabalho apresentado na 28\u00ba Reuni\u00e3o Anual da SBPC &#8211; Sociedade Brasileira para o Progresso da Ci\u00eancia, &#8221; A Natureza e o Homem no Estado de S\u00e3o Paulo: a necessidade de um \u00d3rg\u00e3o de Controle T\u00e9cnico, Cient\u00edfico e Administrativo&#8221; (em equipe) &#8211; Bras\u00edlia &#8211; Jul.1976.<br \/>\n(4.) Buber, Martin, Eu e Tu. Editora Moraes,\u00a0 S\u00e3o Paulo- SP. 1984 (?).<br \/>\n(4.A.) Buber, Martin, Do Di\u00e1logo e do Dial\u00f3gico, Editora Perspectiva, S\u00e3o Paulo- SP., 1982.<br \/>\n(5.) Zonneveld, Jan I. S. &#8211; Landschapsecologische Structuur-Modelen., 1990., K.N.A.G. Geografisch Tijdschrift XXIII (1990), nr. 4, pp. 319 \u00e0 327, Holanda.<br \/>\nNota.- Os textos e palavras das figuras n\u00ba 3 e 4, de Zonneveld, foram traduzidas pela Irm\u00e3 Iolanda, da Ordem Beneditina em Ribeir\u00e3o Preto &#8211; SP. Fica aqui nosso agradecimento.<br \/>\n&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..\t\t<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00f3os vem do grego e significa esp\u00edrito. Da\u00ed vem noologia, ci\u00eancia que se dedica ao estudo do esp\u00edrito. Desde h\u00e1, no m\u00ednimo, tr\u00eas d\u00e9cadas, vemo-nos perguntando qual a diferen\u00e7a entre alma e esp\u00edrito. O Novo Dicion\u00e1rio Aur\u00e9lio praticamente n\u00e3o diferencia um do outro; parecem sin\u00f4nimos. 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